“É muito melhor se arriscar por coisas grandiosas, alcançar triunfo e glória, mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito, que não gozam muito e nem sofrem muito, porque vivem na penumbra cinzenta que não conhece nem vitória nem derrota.”

Theodore Roosevelt

domingo, 15 de janeiro de 2012

NA LUTA CONTRA A DENGUE, “FUME MACONHA!”


Não, ainda não foi dessa vez que a loucura me abateu. Tampouco me filiei à alguma  “escola psicodélica” de inspiração jamaicana como aquelas do ilustre “Bob Gabeira Marley“. Longe disso. 
Na verdade, o fato que me levou a epigrafar o Blog com uma sandice dessas, é a sugestão um tanto quanto “científica” que o Senador Mão Santa deu no palanque do Senado (sempre o senado)…
Com sua “reconhecida” dialética, o ilustre parlamentar fez uma análise “sistemática”, “epistemológica”,  e conclusiva acerca da Dengue. Tão catedrático é nosso Senador que ele não se limitou à observar o vínculo entre “meros mosquitinhos” e caixas d’agua, pneus obsoletos e a agua da chuva. Ou você acha que um político daquele porte, limitar-se-ia a essas campanhas de verão do “Todos Contra a Dengue”? Não, isso definitivamente é um raciocínio rasteiro, método rebelde ao seu saber enciclopédico!
Preferiu ele, à luz da Ciência Política Moderna, definir uma nova e incisiva “bandeira” contra a dengue:
Já que no Caribe e na Colômbia (países tradicionalmente “maconheiros”) o índice de Dengue pôde ser superado, então vamos fumar maconha!

Pobre Brasil!!!

Aliás, se você tem algum amigo entre os mosquitos da dengue, avise-o logo pra se afastar das plantações de maconha, já pensou se ele pousa sobre um pé de Marijuana?

domingo, 20 de novembro de 2011

O DIA 20 DE NOVEMBRO


Que dia é hoje?

É um dia de sol? Um dia chuvoso? Um dia comum, comum como qualquer outro?

Não! Hoje é 20 de Novembro…
Talvez um dia de sol, Talvez um dia chuvoso…
Não um dia comum, não como qualquer outro, porque hoje, hoje é o dia 20 de Novembro.
Mas que dia é hoje?
É o meu dia?
É o seu dia?
Um dia comum, comum a qualquer pessoa?
Não, hoje é 20 de Novembro!
Que dia, que belo dia! Não é um só dia, é 20 de Novembro…
Dia em que a noite é dia, em que o dia não é um só dia: a noite é o dia, clara como um dia nas noites de novembro.
Escolhí-o pra mim, então esse é o meu dia.

Se é também o seu dia, perdoe-me, porque o perdão tambem nasce em novembro….

20 de Novembro: Um dia, não qualquer dia!
E que dia, O DIA 20 DE NOVEMBRO!

Mas não se preocupem, "pois nada dura para sempre, inclusive a chuva fria de novembro".

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A LEI "BANDIDA" E O "MOCINHO" MACONHEIRO, UMA TRAGÉDIA DO NOSSO TEMPO.

"Estudante" sobe em viatura policial durante protestos na USP
Polícia, outrora o personagem encarnado da necessidade da lei e da ordem. O Símbolo da contraposição entre a Lei e o crime. Hoje, um combalido e famigerado aparelho de segurança estatal, carente e espoliada pela má fé do governo e, acreditem, sistematicamente açoitada pela mudança de rumo dos tempos: Tempos em que a lei, tradicional parâmetro de vida, passou a ser desprezada e desafiada por uma geração de meninos mimados, gentinha estúpida, mal criada, comedores de lixo enlatado e que não conhecem outra forma de respeito e obediência que não a força de uma chibatada ou de um cassetete.

São essas as pessoas que querem o enfraquecimento da Polícia. Pessoas para as quais, não só a Polícia, mas a própria Lei, a ordem, a Igreja ou qualquer outra forma de censura moral representa um embaraço, uma entrave para sua "vida lôca" e seu estilo de vida psicodélico. 
Pessoas assim não desejam que a PM se retire apenas do campus da USP. Elas querem, na verdade, que os  "bandidos de farda" (nova denominação de quem não gosta de maconha e tem um trabalho dígno pelo qual é vergonhosamente remunerado) vão para o espaço, pra marte ou qualquer outro lugar de onde não se possa interferir na roda de "noiados" que transformam o espaço público num feudo de traficantes, usuários de drogas e gente da pior índole. 
Não se engane, a USP é sim um espaço público, espaço onde você, pai de família, paga para que o maldito governo o reserve para mimados pseudo-estudantes.
A Sociedade ordeira, calada e refém da modernidade, dos usos e costumes contemporâneos, assiste ao loteamento do espaço público, onde eles, os pilantras travestidos de estudantes, se julgam no direito de suspender, ao seu bel prazer e convicção, a aplicação do direito, das leis e de qualquer norma de conduta. 

Querem fumar maconha? Façam-no nos quintos dos infernos!  Não na "cara"da Polícia! Não ao abrigo da Lei.
Do contrário, mudem as leis!

Esse bando de maconheiros que ocupam nossas escolas e universidades, depredando o patrimônio público em protestos cada vez mais idiotas e despidos de função social,  são, na verdade, simulacros de universitários, que fazem da sua condição "privilegiada" de estudante um pano de fundo para a marginalidade e a safadeza, coisas que a Lei  não deve permitir. E se a lei não permite, cabe à Polícia fazer cumprir a lei, DOA A QUEM DOER!

Mas hoje, como é regra entre os jovens desse país, diria-se:

Quem precisa da Polícia?

Certamente, esses "abutres"(excluem-se daí os dignos e honrados estudantes) da USP não precisam.  Pra que precisariam?

Pra pessoas assim, Policia é sinônimo de incômodo, ou, como eles costumam dizer, "embaça".

Observando atentamente o comportamento desses "rebeldes-sem-causa", começo a entender as coisas que estão acontecendo nesse país. Não me surpreende que corrupção, roubalheira, depravação moral e ética seja a regra entre nossos líderes. Não me surpreende que haja tanta mobilização em favor da liberalização do consumo de drogas. Não me surpreende, igualmente, que a animosidade (orquestrada) para com a polícia cresça sucessivamente. Pois aí estão nossos (futuros) líderes: entre depravados e maconheiros!

Não me espanta que ninguêm, absolutamente ninguêm nesse país se importe com a falta de recursos para a segurança pública: A terem de fortalecer as (chatas) instituições policiais, as leis ou o sistema penal,  preferem conviver com a onda de violência, de caos e de libertinagem, que, de qualquer forma, é melhor do que a chatice e a inconveniência da disciplina, da Lei e da ordem.  
Se você, policial (militar, civil, bombeiro e delegado), espera pela boa vontade desta gente inerte  e desta casta de meninos mimados pra melhorar seus salários e receber condições dígnas de trabalho, considere-se, desde já, fadado a trabalhar como a maioria dos brasileiros honestos desse país: "Desmotivado", com fome e sem reconhecimento. 
Afinal, quem precisa de Polícia?

domingo, 23 de outubro de 2011

"TEMPOS MODERNOS".


 
Tempos modernos. "Modernos" tempos de hoje! Da televisão e da ciberconectividade (não se preocupe, embora seu filho não saiba muita coisa, ele vai saber o que é isso). 

Tempos de fragmentação, de libertinagem e, sobretudo, da cultura do mal.
"Sexo, Drogas e Rock N' Roll" já não é mais apenas uma metáfora da vida ou uma simples divisa de alguma filosofia de libertação: É, por sí mesma, uma sentença de irresponsabilidade moral, de perversão do caráter e da auto-satisfação a qualquer preço. 

O Mundo está definhando!

Na música, na arte, na política e nas relações afetivas, o fútil parece ser  a morada comum de toda criação. A Banalização da idiotia já nem causa mais qualquer frisson na percepção das pessoas, que, parece-me, estão atrofiadas e presas a algum totem  apocalíptico. Sei lá, me parece uma espécie de danação absoluta previamente anunciada. Elas, as pessoas, estão de tal forma amarradas ao rito de passagem dos tempos, que deixaram de criar, de conjecturar e de perceber a arte e a energia criadora com qualquer outro "olho" que não o do mercado.

Veja o videoclipe acima.

O Que você vê?

Provavelmente, gente mal vestida e cantando baladas melosas, que não entram na cabeça dos filhos dos tempos modernos (você).

Gente que cantava em conjunto. Coisa que hoje é IMPOSSÍVEL. Hoje, as pessoas apenas iniciam sua carreira em dupla, trio ou quartetos, e, ao menor indício de sucesso (e dinheiro) pôem termo na parceria que lhe abriram as portas da fama. Nosso mundo, hoje, é assim.

Provavelmente, eles, os Manhattans (no vídeo acima), assim como tantos outros criadores de outros tempos não teriam espaço na TV de hoje. Não passariam nem pela porta das rádios ou tampouco se apresentariam  em algum desses circos que chamamos hoje de festivais.
Provavelmente, seriam hostilizados e zombados por seus trajes não descolados e sua coreografia demodê!
Certamente, suas baladas melosas e socialmente responsáveis não teriam impacto de mercado. Coisa que nossa cultura do consumo não tolera. O Amor, enfim, é um assunto piegas, diriam.
E Não se engane, não é apenas uma questão de que estamos vivendo em outros tempos, ou que cada época tem a sua cultura, sua moda e é movida por uma energia criadora diferente. 
Isso é balela e conversa fiada. Não estamos simplesmente vivendo em outros tempos, mas sim outros tempos: De medo, de covardia, de mediocridade e de atrofia intelectual acelerada.
Embora os anos passem e as coisas mudem, o Bem sempre é minimamente identificável. Quando optamos pelo "olho do mercado", pela ganância de fazer dinheiro a qualquer custo, optamos tambem pelo Mal.  

É Patético você imaginar que as pessoas não conseguem perceber que quando deixamos de enxergar a beleza que havia por trás das grandes criações do século XX, trocando-as pela futilidade e o vazio sentimental  de produtos como a Lady Gaga (exemplo de um efêmero artista enlatado),  estamos abrindo caminho para um gesso moral e sentimental que cada vez mais corrompe as gerações que aí estão, pobres de espírito, amorais e irresponsáveis: vivem da ganância da fama passageira, "comendo e bebendo" seu lixo eletrônico idiota. 

Tempos "Modernos" de um mundo hipócrita, medíocre e  ignóbil. 

 

sábado, 24 de setembro de 2011

O ROCK NO MEDÍOCRE PAÍS DO FUTEBOL, DO SAMBA E DO CARNAVAL.




"É dia de Rock", diz o merchandising da tv em alusão ao "Rock In Rio 2011".

Rock? Mas que Rock?

O Que eles chamam de "Rock" é uma espécie de carnaval "fora-de-época"  regado a uma meia dúzia de cantores temporões, palhaços de algum trio elétrico baiano.

É Impressionante a capacidade que o brasileiro tem de transformar qualquer coisa em carnaval.

Quem disse que esses palhaços tropicais (que alguns chamam de artistas) tem alguma coisa a ver com o Rock 'N Roll?

Rock 'N Roll não é micareta e nem terreiro de Umbanda. O Rock é um conceito, não é apenas esses simples metaleiros de finais de semana vestidos de preto.
O Que as pessoas no Brasil fazem, desde a "morte" de Legião e do "silêncio" de nossos poucos sons pensantes, é aniquilar qualquer memória da diversidade musical no país, já que a mediocridade desse povo tende a transformar tudo, inclusive os festivais de Rock, passando pela música e a política, numa micareta baiana ou numa escola de samba.
Há uma clara tendência de se nivelar o mundo por baixo (nesse caso bem por baixo).
O "Rock in Rio" não tem mais o direito de levar esse cod-nome. Deveria se chamar Carna-Rio, MediocreFolia ou qualquer dessas outras coisas que tem a ver com essa salada fonética tropical.

O Rock vai mudar o mundo! É o que se dizia décadas atrás. Agora, quem se arrisca a dizer uma sandice dessas quando nossos "roqueiros" não passam de um Carlinhos Brown estrovertido ou de uma  "baiana" gostosa?

País medíocre esse Brasil!

domingo, 11 de setembro de 2011

11 DE SETEMBRO: QUEM É O TERRORISTA AFINAL?

Talvez a imagem de crianças asiáticas fugindo dos “coquetéis americanos”  sugira uma resposta!
 11 de Setembro é uma dia emblemático na história da humanidade. Muitos irão lamentá-lo como o dia da carnificina do Word trade Center. Outros, porém, irão até saudá-lo como o dia em que o Tio Sam pagou o preço por sua maldita arrogância.
Nunca é demais lembrar que toda história (ate a da carochinha) tem dois lados. A peleja "entre" o Tio Sam e o senhor Alá, não poderia ser diferente:

O Terror se levantou contra a América. Facções demoníacas de feição religiosa atacaram o povo americano e cuspiram em seu solo. Com esse ataque, toda a comunidade global foi hostilizada e colocada sob o gume da espada do Mal. É preciso remover a poeira que ainda paira sobre nossa tez e partir para a luta contra o INIMIGO, ele agora se escarnece jubiloso por ter manchado de sangue a face da humanidade.”

Com esse discurso, Jorge W. Bush, logo após os atentados de 11 de Setembro, declarava guerra ao terrorismo, fantasma que se ressuscita quando, por exemplo, um diretor da CIA vai ao congresso anunciar que a crise econômica é o novo “demônio” a ser combatido, pois ele estaria ofuscando o controle sobre o “Mal que vem do Oriente”. Não te espanta a facilidade com a qual esses Yankes criam e sepultam “demônios”?

Essa guerra contra o terror, seria até uma reação justa a priori, afinal de contas, a filosofia de “oferecer a outra face” nunca foi fonte de inspiração para a diplomacia internacional. Por outro lado, até que ponto seria possível distinguir, nesse quadro de terrorismo, o vilão, do mocinho? O mais lógico, inclusive, seria ilustrar esta postagem com alguma imagem dos atentados de 11 de Setembro, com algum iconoclasta de fisionomia árabe ou o próprio World Trade Center ardendo em chamas. Mas é preciso recontar a história, tirando dela a nuvem de poeira que costuma distorcer a verdade.

É indiscutível que o atentado de 11 de Setembro tenha sido uma barbárie declarada. Negar a carnificina de um ato tão hostil seria tão criminoso quanto a própria barbárie. Mas às vezes, é interessante distinguir os fatos políticos da mera ideologia política. Acho um tanto quanto incongruente, por exemplo, que estes snobes estadunidenses (que adoram se intitular "americanos", como se fossem o único povo da América) se mostrem tão horrorizados com o sentimento anti-americanista que cresce entre árabes, não árabes e talvez até entre os marcianos. Na verdade, não estranhem esse termo (Estadunidense), pois é assim que deveríamos nos referir a esses Yankes, pois AMERICANOS somos todos nós: brasileiros, canadenses, chilenos e “até” argentinos, ou a América (continente) é dos “americanos” (estadunidenses). 

Como se o mundo fosse o quintal da Casabranca!
“Tudo que vem do Islã ou do Mundo Árabe é terrorismo”, obviamente que o fato de lançar uma bomba atômica sobre Hiroshima e Nagasaki não é, seria no máximo um ato de guerra legitimado por uma “excludente de ilicitude” de cunho patriótico com base na autodefesa.

Claro que a morte de cerca de 220 mil inocentes não é genocídio, é, no máximo, a marca da eficiência da máquina de guerra dos USA.

Talvez os milhares de aleijados que existem e existiram por todo o Japão sejam fruto da minha “imaginação comunista“, tão fértil que é capaz até de imaginar aviões da USAF (Força Aérea Americana) despejando o “agente laranja” sobre as florestas do Vietnã.

Mas tudo isso é por que eu sou um subversivo, é claro. Aliás, é engraçado a maneira como o mundo ignorou, nas décadas seguintes à segunda grande guerra, os milhões de Hibakusha, palavra japonesa que é traduzida literalmente por “pessoas afetadas por bomba” e que designa o indivíduo contaminado pela radiação nuclear bem como o portador das diversas necroses e modalidades de “câncer hereditários” provocados pela energia nuclear.
Quem suportaria um desfile de tanques estrangeiros pelas ruas de seu país, ostentando uma bandeira “inimiga” que simboliza a opressão, o esbulho e a tirania? Seria muita ingenuidade do “Tio Sam” esperar gratidão de um povo que sofre há décadas vendo seu país ser tratado como uma senzala. Sempre fui muito diplomático, mas às vezes é necessário massagear nosso senso de autodeterminação para não sucumbir às ideias enlatadas que são empurradas contra nossa “guela”.

Aliás, e a Amazônia hein…

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

AS "MIL E UMA NOITES" DE BRASÍLIA: EPISÓDIO DE HOJE, "AQUI-BABACAS" E OS 285* LADRÕES


Contextualização, 30-08-11Em votação secreta, o plenário da Câmara dos Deputados absolveu, por 265 votos a 166 (com 20 abstenções), a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF) do processo que pedia cassação de seu mandato. Ela foi flagrada recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa.
* - Apenas uma  parcela (pequena parcela) do Total
 
285. Esse é o número.

É o número de Deputados que assistiram ao vídeo acima e não viram nada demais.
É o número de Deputados que votaram contra a cassação de Jaqueline Roriz (ou se abstiveram de participar dessa "festinha da democracia").
É o número de ladrões, ladras e gente de igual índole que vê na deputada Jaqueline Roriz mais uma vítima da perseguição do povo (maldito povo!).
É o número de comparsas que vêem em Jaqueline Roriz um exemplo de transmissão genética da política, ao seu melhor estilo (a moça é filha de Joaquim Roriz, ex-governador do D.F e ex-senador, cargo do qual renunciou em 2007 para escapar de processo de cassação)
É o número que representa uma parte do todo que quer convencer você, Policial Militar brasileiro, você Professor, você, da saúde, que não há dinheiro ou recurso público como eles gostam de chamar, para aprovar a PEC 300, a Emenda 29 ou qualquer outro projeto que signifique menos dinheio disponível para as "transações de porão", de meia e de cueca.
285, é apenas uma parte dos políticos desonestos que estão pressionando o governo com estas ameaças hipócritas de CPIs, cujo objetivo é conseguir mais cargos no governo, nas empresas ou nos ministérios. Ou você acha que alguêm quer apurar alguma coisa?

190.732.694. Esse é o número.

É o número de desafortunados brasileiros segundo o censo 2010 do IBGE.
É o número de babacas que morrem de fome...
(Que morrem assaltando... 
Que morrem assaltados...)
É o número de babacas que fazem greves idiotas que não dão em nada...
É o número de babacas que deixam seus "representantes" exigirem votação secreta em todo processo de  cassação por corrupção e acham absolutamente normal. 
É o número de babacas que saem de casa de madrugada, religiosamente, 4 meses do ano, apenas para sustentar a camarilha de Brasília (ou você acha que os impostos têm outra utilidade?)
É o número de babacas (e bota babaca nisso) que trabalham na Polícia, nas Escolas, nas Creches e nos diversos "açougues" país afora recebendo uma miséria de salário...
É o número de babacas politicamente corretos que culpam a polícia pela desordem social do país enquanto os negros, pobres e "putas" são sumariamente empurrados contra a parede da marginalização pelo sistema socioeconômico. Mas a culpa é sempre da polícia...
É o número, sobretudo, de um país burro, covarde, tolerante e moralmente incapaz, que enxerga essa roubalheira, pouca-vergonha e safadeza há 500 anos e ainda não decapitou ninguêm:
Nem um deputado sequer!

País medíocre esse Brasil...