“É muito melhor se arriscar por coisas grandiosas, alcançar triunfo e glória, mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito, que não gozam muito e nem sofrem muito, porque vivem na penumbra cinzenta que não conhece nem vitória nem derrota.”

Theodore Roosevelt

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Melancia Quadrada.

Melancia à Geraldo Alckmim

















Freud dizia que não há limites para a imaginação do homem. Para o pai da psicanálise, a mente humana é um complexo de elucubrações, desejos e expectativas. O Limite, segundo ele, é a própria sanidade.

Alguns devaneios dos homens (chamados eufemisticamente de desejos), entretanto, desafiam o limite da sanidade, e, por que não, a própria psicanálise.

Axl Rose, do Guns N' Roses, nas últimas apresentações da banda norte-americana, chamou a atenção de todos ao exigir uma melancia quadrada no seu Camarim. Sem melancia quadrada, sem show.

No Brasil, a coisa tambem funciona mais ou menos assim. Todo político tem o seu showzinho à parte e uma melancia quadrada pra exigir, ora do contribuinte, ora do "Cristo Tupiniquim" (a Polícia).


O Estado EXIGE que a Polícia "desarme" a criminalidade, proteja o homem de bem (expressão apócrifa nos dias de hoje) e socorra a população (inclusive a do mal).

"Melanciosamente²" (acabo de criar o verbete), o Governo desarma a polícia, desampara o policial de bem (a expressão, infelizmente, não é um pleonasmo) e proíbe a polícia de prestar socorro às pessoas: (Leia Aqui).

Não era pra socorrê-las?

Pram mim, o Axl é menos "esquizofrênico" que estas "autoridades de araque" (evitei o eufemismo Governo).

"Porra", por que o Alckmim não pediu logo uma melancia quadrada?



 

domingo, 25 de novembro de 2012

Lula, CBF, Corinthians, Mano Menezes e Caixa Econômica Federal: Tudo que é Ruim, dura "muito"...

O Mosaico do Mano
Efeito retardado, eu sei.

É assim que esta nota acerca da queda (AINDA oportuna) do técnico da seleção da CBF, Mano Menezes, deve ser encarada. Meus motivos são legítimos. Faltou tempo e ocasião para materializar minha colossal satisfação com a derrocada desse brasileiro que o Ricardo Teixeira resolveu premiar, com o cargo da seleção, num ato reflexo do destino.

Mano nunca teve méritos para estar lá. 

É Bom técnico, só isso, e nada mais do que isso. O adjetivo (que só agrada a medianos) não é suficiente para alçá-lo àquilo que aprendemos a enxergar como ícone de excelência (Seleção brasileira). Aliás, seleção, do latim SELECTUS, a "mim me parece", implica o ato precedente e necessário de selecionar, fazer escolha; separar um ou alguns, depurar o melhor,  filtrar. 

A escolha de Mano (assim como suas escolhas nas convocações) deve ser encarada como símbolo do cataclisma amoral, antiético, corruptivo e patrimonialista que tomou conta do nosso futebol. Na melhor perspectiva, que na verdade é um pano de fundo tipicamente tupiniquim, representa o declínio técnico do país da bola. Quem, em sã consciência, imaginou que alguem tão medíocre como o lateral do Corinthians, Fábio Santos, chegaria, e jogaria, na seleção? 

Difícil de entender como certas pessoas alcançam cargos importantes e tão republicanamente representativos no nosso país. As fatias do bolo, ou neste caso, da "bola", são só mais um mecanismo de espoliação do povo. No país da bola, e do "bolo", as pessoas não são premiadas pelo seu mérito, mas por contatos não tão republicanos assim:

Lula (Corinthiano) deu o "bolo" para Teixeira. Teixeira deu a bola para Mano (do Corinthians). Mano não deu nada para o país. 

Mas a bola é redonda, gira, e o jogo recomeça:

Lula deu um estádio para o Corinthians, "Brasília" para Dilma e ambos deram a "Caixa" para o tiMÃO:


Bota MÃO grande nisso!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Quanto Vale a Vida.


Polícia de Luto
 "É proibido matar, e, portanto, todos os assassinos são punidos, a não ser que o façam em larga escala e ao som de trombetas".

A Frase acima é um clássico manifesto do francês Voltaire em relação à mão suja do Estado no período sangrento que antecedeu a Revolução Francesa. Voltaire, com seu habitual sarcasmo, se referia à máquina de repressão, assassinatos em massa e espoliação coletiva dirigida pelo Estado Absolutista em contraposição ao grito de liberdade, igualdade e fraternidade da população de seu país.

Dois séculos se passaram, e a frase parece mais atual do que nunca. Não na França, é claro, onde o conceito de democracia, cidadão e civilização são diametralmente opostos à desordem cívica, social, jurídica, política e moral do nosso desgraçadamente criminoso Estado brasileiro.

Um país que mata seus servidores e esconde a mão suja de sangue.

Um país que mata seus policiais, juízes, promotores e agentes da lei em função da letargia e da morosidade quase anêmica de seus gestores públicos, em sua maioria, pilantras travestidos de governadores, prefeitos e secretários de segurança. Corja de gente mal instruída que nunca conseguiu administrar nada além de sua consciência política, medida em cifras, "mesadas" e cargo políticos. 

Pra essa gente, vida de policial não vale nada.

Pra essa gente, farda é pra ser manchada de sangue, seja ela de um inocente ou de um vilão. 

Pra quem é policial, e cresceu acreditando que o "lado de cá" é o lado do bem, é difícil lidar com a realidade nua e crua de que a violência, quase sempre, é um fantoche e um brinquedinho do mercado. Dói acreditar que o Estado de São Paulo sabia da iminente investida do "PCC" em desfavor de seus agentes policiais e se omitiu em divulgar estas informações. 

A reportagem do Fantástico é emblemática, contundente. Revela com assustadora riqueza de detalhes a omissão da secretaria de segurança paulista em providenciar as medidas de alerta à tropa e à população, diante da iminente onda de ataques do crime organizado contra policiais e seus familiares. O Estado de São Paulo, claro, nega que soubesse da onda de ataques. Refuta a informação e tenta negligenciar (coisa que, ao que parece, sabe fazer com perfeição) que está lidando com um cataclisma institucional, quando se vê impotente diante da intentona terrorista engendrada pelo crime.

E não adianta processar blogs e mídias sociais mais frágeis. Os dados da "revista" dominical da Globo estão aí, não é um mito, conversa fiada ou notícia plantada. É um fato.

São Paulo está diante de um dilema social que o Estado Brasileiro, como um todo, ignora. Suas leis e instituições estruturais estão sendo ostensivamente desafiadas, minadas e dilapidadas.

A Vida de quem luta pela vida não vale absolutamente nada. A gente acaba percebendo que tem sempre uma explicação fajuta pra despistar os fatos e enganar a sociedade, que, ignorante, cospe na Polícia. Essa mão suja de sangue que puxa o gatilho do crime não é a mão da Polícia, nem do "PCC" ou do crime organizado: é do próprio Estado

Com seu salário de merda e "proteção social" inexistente, o Estado ativa um ciclo de vida que reduz a dignidade das pessoas, aumenta a marginalização social (dos policiais, inclusive) e torna ínfimo o caráter de reprimenda da Lei diante do crime. É desse modo que cometem esse genocídio e continuam a enviar NOSSA Polícia pros corredores de açougue onde a morte certa a espera. Cedo ou tarde, metafórica ou literalmente, NOSSA Polícia morre. 

Com ela morre a saúde, a educação, o lazer, o esporte, os direitos e qualquer outra coisa que uma democracia dignamente constituída possibilita ao cidadão de bem.

Por tudo isso, quero dizer ao Estado de São Paulo (ente jurídico, e não sua tenaz população) que vá para o Inferno! Ele e seus fantoches políticos, assassinos de policiais, de juízes, de cabos, soldados, investigadores, oficiais, promotores, garis, professores, médicos, empresários, estudantes, advogados, comerciantes, pais, mães, filhos, homens e mulheres de bem desse país.

São Paulo,vá para o Inferno!

Dia da Bandeira: Hoje! ... da Banda Podre: "Sempre"...

Brasil
Hoje, 19 de Novembro, é o dia da Bandeira Nacional, simbolo maior da Pátria brasileira.

Hoje, 19 de Novembro, é mais um dia da famigerada sina de violência que atormenta esse país.

Um país que processa, processa e nunca prende ou condena alguem, de verdade. Eu disse alguem, e não ninguem. Porque  "ninguem" sempre é preso: Prender o "João Ninguem" ou o "Zé ninguem" é fácil!

No dia simbólico da "Desordem e Processo", lema desse "oásis" de anomia social chamado Brasil, vai aqui minha sugestão pra comemorar a data cívica:

Num país em que policiais e homens de bem morrem porque materializam o império da lei, seria mais "justo" se em vez de hasteá-la solenemente, cada brasileiro enviasse esse "pedaço de pano" (acima) crivado de bala para a "banda podre" da Política que infesta a cidade de Brasília, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Arapiraca, de Manaus, de Caxias do Sul e do Norte, do Oiapoque ao Chuí...

País medíocre esse Brasil!


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

HUMOR: O PALANQUE INTERNACIONAL DE HADDAD!

Palanque Petista: "Ahmadinejad" ao fundo.
 "Sósia" de Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, subiu ao palanque para festejar vitória sobre José Serra, nas eleições de 2012!

Abaixo, o Verdadeiro Ahmadinejad:





terça-feira, 2 de outubro de 2012

Eric Hobsbawm, Um Pilar da História no Século XX

Eric Hobsbawm    1917 - 2012

Ontem, 1º de Outubro de 2012, morreu, em Londres, aos 95 anos, o grande historiador e intelectual notoriamente conhecido por sua obra, Eric Hobsbawm.

Como tenho sustentado há alguns anos, um daqueles raríssimo casos em que a obra (e o legado), falam por sí próprios e pelo criador.

Hobsbawm publicou duas das obras mais importantes da ciência histórico-política moderna: "A Era das Revoluções" e "Era dos Extremos".


Me lembro de ler, no início de minha vida akadêmica, com espanto inexpugnável,a obra do "alexandrino" (Hobsbawm nasceu em Alexandria, no Egito, capital "espiritual" da cultura e do saber enciclopédico).
  

Segundo minhas convicções de que o mundo está definhando, acadêmica e intelectualmente, esta é, sem dúvida, mais uma significativa demonstração de que a "Morte" está ganhando a guerra contra a humanidade.

Gente desse calibre só aparece "por aqui" entre um dilúvio e outro. Uma perda irreparável, para a História, para o mundo e para a saúde da cultura ocidental.   


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

7 DE SETEMBRO: ESSE PAÍS É MEU!

Brasil
Eu odeio Carnaval, NÃO gosto de samba (tenho ojeriza dessas coisas) e costumo me lembrar da cara  do ultimo ladrão que meteu a mão no bolso do país (tenho “memória”).
Voto por que quero, leio mais do que o resumo de novela e não desligo o radio quando ouço “O Guaraní”.
Não sou a favor do jeitinho, da hipocrisia e nem da política de se levar vantagem a qualquer custo.
Odeio esse rótulo idiota de povo “divertido”, porque sei que na verdade, esse é um eufemismo  pra nos tachar de irresponsáveis, vagabundos e débeis.
Sou brasileiro porque nasci aqui, não é pelo samba, não é pelo Futebol.

Que se dane o Samba! Eu ODEIO o Samba.

Talvez, o que mais me faça brasileiro, é justamente aquilo que, em tese, não é típico do brasileiro:

Tenho mania de achar que esse país é meu

Ele é meu, não dos estrangeiros. Tenho mania de achar que ele é meu, não da corrupção, do jeitinho, do Sarney  ou do “malandro carioca”!

Dias como o 7 de Setembro, me deixam assim, com essa síndrome possessiva chamada MEU BRASIL!

Mas tá tranquilo, essa doença não pega…